“Vestido” para homem, ou como fintar a castração
De repente, acordo. E porque há sonhos que podem tornar-se realidade, decido: vou mesmo usar o vestido como disfarce.
Treze anos sem Eduardo Prado Coelho (1944-2007)
A falta que nos faz o Eduardo. Um sismógrafo do quotidiano. Uma presença constante, e cúmplice, com o “ar do tempo”.
No centenário de Ruben A. - o confronto com o neo-realismo
Ruben A. nunca foi um autor canónico, alguém que se deixasse manietar por qualquer corrente literária ou por qualquer estrutura formal de pensamento.