António Manuel Couto Viana (24.01.1923 – 08.06.2010) – no centenário de nascimento do “avestruz lírico”
A responsabilidade do poeta consiste em escrever versos capazes de sobreviver às circunstâncias históricas do seu tempo. Precisamos de nos libertar da crosta dos preconceitos para reconhecer mérito a um poeta que muitos preferem manter arquivado.
Eugénio de Andrade (1923-2005) - luz, rigor, clareza
Avesso ao ruído e ao tumulto do mundo, Eugénio de Andrade justificava as raras aparições públicas com “essa debilidade do coração que é a amizade”. Um cultor – digamos assim – do espaço purificado do silêncio.
Natal – contos, poesia e o maravilhoso infantil
Não é só na prosa portuguesa sobre o Natal que deparamos com amargura ou desalento. Na poesia esses elementos também estão presentes, ou não fossem os poetas sensíveis aos azares de tantas existências viúvas de alegrias.